Tecnologias em alta no segmento de pneus

Como sabemos, os pneus são a única parte do veículo que tem contato com o solo, e, por isso, neles acontecem todas as interações, desde as acelerações até os comportamentos em curvas.

Conforme o tempo, nascem novas tecnologias que oferecem maiores benefícios no desempenho e dirigibilidade dos pneus. Sendo assim, eles passam a atender diferentes necessidades, como, novas realidades ambientais, redução de consumo de combustível e equipamentos favoráveis à natureza.

Com a nova tecnologia que traz uma aparência mais simples, a construção de pneus e sua estrutura são bem complexas.

Tecnologias em alta no segmento de pneus

Imagem: Canva Pro

“Um pneu é formado por diversos tipos de borrachas e diferentes aditivos”, explica Marco Barreto, docente do departamento de Engenharia Mecânica da FEI. “Tanto as borrachas naturais quanto as sintéticas recebem uma série de aditivos que dependem do propósito do equipamento, e o mesmo vale para todas as partes que o compõem.”

Um dos maiores desafios da indústria automotiva é o consumo de energia, principalmente em ambientes urbanos com muita movimentação de veículos.

“De um lado, ela deforma e consome energia, mas também não pode perder a capacidade de aderência em contato com o pavimento, essencial especialmente nas curvas, ou em relação à resistência ao longo de sua vida útil. Também é preciso controlar temperaturas e diminuir essa resistência ao rolamento, também relacionada à durabilidade, mas sem perda de conforto”, explica Barreto.

Mas como as tecnologias vão evoluindo dia após dia, precisamos acompanhar as evoluções que estão em alta na produção de pneus. Confira a seguir algumas delas!

7 tecnologias de pneus em alta

Ao todo, vamos destacar as sete principais tecnologias em alta nos pneus:

  1. Pneus sem ar (Airless Tyres): não sendo necessário pressão de ar para rodas;
  2. Pneus com materiais sustentáveis: feitos com recursos fósseis e totalmente naturais, são baseados em matéria-prima derivada de plantas ou desenvolvidos com biomassa com maior valor agregado;
  3. Tecnologias que preservam a conservação de desempenho: sendo possível manter a performance de um pneu novo por mais tempo;
  4. Pneus sensoriais: são capazes de detectar informações das condições dos pneus, como pressão e desgaste;
  5. Composto Adaptável – Active Thread: atendem aos novos quesitos de segurança para os carros autônomos, que preveem mudanças repentinas nas condições da pista, garantindo segurança em determinadas condições climáticas;
  6. Tecnologia de geração de energia que estima desgaste interna nos pneus: desenvolvido pela Sumitomo Rubber Industries em conjunto com o professor Hiroshi Tani, da Universidade de Kansai, no Japão, é um dispositivo que aproveita a rotação do pneu para gerar eletricidade, a ser utilizada no fornecimento de energia dos sensores periféricos instalados dentro e ao redor dos pneus, sem depender de baterias,
  7. Tecnologia 4D Nano Design: pneus mais resistentes ao desgaste e com melhor desempenho ambiental durante todo o seu ciclo de vida.

Com as novas tecnologias em alta no segmento de pneus, podemos estar cada vez mais preparados na produção, garantindo uma melhor qualidade em seu desempenho e sem prejudicar o meio ambiente.

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Com informações Mobilidade Estadão

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